Powered By Blogger
Mostrando postagens com marcador Poema. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Poema. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 15 de julho de 2014

Feliz dia do Homem, para os que são!

Você não precisa ser muito muito muito muito muito muito, mas muito muito muito foda mesmo para ser um homem, e não é que qualquer um pode ser, a verdade é que; tão menos que qualquer um, é você....
Aceito qualquer um, sou humilde, menos que isso, ninguém merece :)
Vanessa Martins 



Hoje é considerado o dia do Homem. Estamos também a pouco menos de um mês para comemorar o dia dos Pais.

Um grande homem? Meu pai!

Ele me mostrou como reconhecer e admirar um grande homem. E aqui vai, na maior simplicidade, meus parabéns aos grandes homens que conheço:

Aquele homem que prefere ao risco do erro, que passividade da conveniência. Que faz de seus defeitos, rascunhos de aprendizagem e amadurecimento e ao reconhecer isso, pede desculpas, não em tom de falsa modéstia, mas na humildade de sua alma.

Aquele homem que possui segurança suficiente para proteger os mais fracos. Que malha músculo, coração e tem calor nos afagos de seus abraços. Não somente para com as mulheres, mas familiares, amigos, crianças e seus bichos mais que estimados.

Aquele homem, cuja vontade se expressa em toda força sem vaidade. Que sabe o que quer, luta, empreita e ama de verdade.

Ao homem que percebe ser mais forte que a mulher e não usa desta força para feri-la, seja em palavras ou em ações, mas reconheça a necessidade de mais compreensão do que ação. Mais carinho que desconsideração. Mais admiração que humilhação.
Grandes homens fazem histórias, não contadas em versos e prosas, mas criam filhos com honradez, suas mulheres são mais felizes e amigos mais leais. Isso se torna história, isso torna uma lenda. Seus filhos serão modelos para o futuro da humanidade, homens com estas histórias, dão bons frutos.

Orgulho-me de ser um bom fruto de um grande homem e certeza de ter o orgulho do meu pai.
Infelizmente, no mundo de hoje, conheço poucos homens assim. A modernidade distorceu muitos valores do bem coletivo para o individual. Muitos homens não são mais homens, ainda não evoluíram, vivem na síndrome de Peter Pan, mas conheço muitas mulheres melhores que muitos homens. Enfim, dedico este post a todos bons de coração, honrados de caráter e com espírito em paz.
Parabéns aos grandes homens, e às mulheres que tem de ser pelos que ainda não o são!
Existe um poema,  qual sou apaixonadíssima, que enaltece os valores de um grande homem.

Se

Se és capaz de manter tua calma, quando,
todo mundo ao redor já a perdeu e te culpa.
De crer em ti quando estão todos duvidando,
e para esses no entanto achar uma desculpa.

Se és capaz de esperar sem te desesperares,
ou, enganado, não mentir ao mentiroso,
Ou, sendo odiado, sempre ao ódio te esquivares,
e não parecer bom demais, nem pretensioso.

Se és capaz de pensar - sem que a isso só te atires,
de sonhar - sem fazer dos sonhos teus senhores.
Se, encontrando a Desgraça e o Triunfo, conseguires,
tratar da mesma forma a esses dois impostores.

Se és capaz de sofrer a dor de ver mudadas,
em armadilhas as verdades que disseste
E as coisas, por que deste a vida estraçalhadas,
e refazê-las com o bem pouco que te reste.

Se és capaz de arriscar numa única parada,
tudo quanto ganhaste em toda a tua vida.
E perder e, ao perder, sem nunca dizer nada,
resignado, tornar ao ponto de partida.

De forçar coração, nervos, músculos, tudo,
a dar seja o que for que neles ainda existe.
E a persistir assim quando, exausto, contudo,
resta a vontade em ti, que ainda te ordena: Persiste!

Se és capaz de, entre a plebe, não te corromperes,
e, entre Reis, não perder a naturalidade.
E de amigos, quer bons, quer maus, te defenderes,
se a todos podes ser de alguma utilidade.

Se és capaz de dar, segundo por segundo,
ao minuto fatal todo valor e brilho.
Tua é a Terra com tudo o que existe no mundo,
e - o que ainda é muito mais - és um Homem, meu filho!

Rudyard Kipling

quinta-feira, 27 de março de 2014

A Matematica de Deuses e coisas - Por Daniel Aguiar

Compartilhando uma sinfonia de idéias e pensamentos.
Texto de Daniel Aguiar, amigo que muito estimo!


A MATEMÁTICA DE “COISAS E DEUSES”

 

 

 
Em um mundo matemático, onde a lógica reside em todas as coisas e nada, possível, de ser estático, as operações matemáticas: soma, subtração, divisão e multiplicação -  se configuram como as verdades da vida.

Somamos pessoas, lugares, histórias, experiências, etc. Somamos uma quantidade de “coisas” e de “deuses” que nos modela a isto que estamos, já que o que estamos agora somar-se-á outras “coisas e deuses”, para que estejamos outro algo, nem maior e nem pior, apenas diferente.

Subtraímos, pois no incessante acúmulo de experiências, independente de nossa vontade ou não, estas mesmas “coisas e deuses” desaparecem, esquecidos, abandonados, ou simplesmente perdidos no tempo. Ao, somar, em busca de um estar constante, subtraímos sem pedir autorização a nós mesmos e ao outro, pois entendemos de forma equivocada, que este novo estar não cabe em antigos “estares”.

Dividimos, ou “coletivamos” a nossas experiências, nossas individualidades. Entregamos ao outro, assim como recebemos deste, nossos e seus “coisas e deuses”.  

E multiplicamos, ao nos tornamos as “coisas e deuses” para o “estar” de outro alguém. 

Assim, somar, subtrair, dividir e multiplicar extrapolam a lousa da sala de aula, tanto quanto aqueles exercícios que fazíamos, incansavelmente, nas muitas escolas do Mundo.

Incansáveis por que, simplesmente nestes momentos, ninguém e nem nós mesmos, fomos capazes de significar isto, de percebermos que eram estas quatro “coisas e deuses” que regeriam os nossos percursos.

Por fim, a única sugestão é: Aprendam a contar, pois aprenderão a viver!!!!
 

 

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

* Um breve relato sobre mim

 
"Meu temperamento é que nem pimenta, não é todo mundo que gosta nem todo mundo que aguenta"
Pronto, expliquei me resumidamente...*rs!
 
Há quem diga: "não, ela não é assim!", ou, "sim, ela fez isso!".
 
Gosto de tons de preto no branco,
dos suaves borboletar das notas sonoras,
de brindar tristezas, partir para novas experiências,
sejam elas no mundo ou mesmo agora. 
 
Cantar e dançar no chuveiro,
 as sextas numa roda de samba,
no domingo, dormir o dia inteiro,
e a partir de segunda na corda bamba.
 
Ter como paisagem, o volante do meu carro,
a certeza de pegar estrada sem destino,
Se tenho alguem eu tiro sarro,
se não tenho, fica sozinho.
 
De olhares cheios de palavras,
de sorrisos sem sermão
de cantigas encantadas
e toques delicados de outra mão
 
Os sonetos bem cantados
um ouvido bem compartilhado
um coração descarrilhado
ombro amigo bem do lado
 
Vejo vida a cada instante
e neste momento sou irrelevante
sou corpo e alma incostante
não falo nada, só sigo adiante.